Daniel Pohl

julho 4, 2011

Eu A-MO música e acabei de descobrir esse cara, que já está até famoso por conta dos seus covers divulgados no youtube! Olha que delícia de ouvir…

Sua fama cresceu quando começou  fazer suas versões de músicas como “Minha Mulher Não Deixa Não”, da banda Aviões do Forró. Veja:

Mas o que me deixou mais feliz foi ouvir sua versão de uma música que marcou minha infância. Estou falando de “Amigo Estou Aqui”, do clássico Toy Story. Dedico a tooodos os meus amigos…

 

Pai!

setembro 1, 2010

Pai para mim é SAUDADE.
Pai é o homem que conheço como herói mesmo quando vejo seus erros.
O pai mora em Vila Velha/ES.
Pai é fingir esquecer a dor da ausência e em um dia ou hora qualquer ela resolver doer…e as lágrimas quererem descer.
Pai é segurar as lágrimas seguindo a ordem do pai de ‘engolir o choro’ e ‘ser mais dura menina!’
Pai é você tentar descrever o sentimento do coração e as sensações todas por ele causadas.
Pai é lembrança.
Pai é desejo do abraço, desejo do olhar de perto o olho, de ouvir a voz, de parar e observá-lo, de admirá-lo.
Pai é querer que cada um que o tem perto o aproveite bem.
Pai não é Mãe.
Pai é meu Pai.
Meu Pai tem nome de AMOR.
Amor, tudo sofre, tudo crê, tudo espera.

Pai, meu amor, eu espero um dia viver perto de ti novamente!

“Enquanto houver você do outro lado aqui do outro eu consigo me orientar…tua ausência fazendo silêncio em todo lugar….só enquanto eu respirar, vou me lembrar de você” Anjo mais velho – O Teatro Mágico

Meu pai, Sebastião Costa Pinheiro =D Mais conhecido como Pepy

Passou…

agosto 20, 2010

Era quase uma da madrugada. Eu já tinha passado por “Como eu quero” na voz da Paula Toller, “Eu preciso dizer que te amo” com o Cazuza e Bebel e cheguei até “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana . Isso trouxe, talvez,  minha realidade naquela gelada madrugada. Eu sabia que eu estava mais pra Eduardo do que pra Mônica…

Acredito que a maioria dos humanos projetam a imagem do seu par, o qual você acredita estar em algum lugar, só esperando o momento certo para o amor. Nesse crença, acho que o mais duro é compartilhar com pessoas e elas te responderem com um olhar: “Olha só! Lá vai ela ficar esperando o príncipe encantado”.

Eu sempre tento explicar que não almejo alguém perfeito, só almejo o meu alguém. Aquele que virá com seus defeitos, sim, mas que poderei suportar. O que aprendi é que o amor tudo sofre, crê, espera (Bíblia – 2 Coríntios 13).

Encontrei minha projeção. Estava ali e eu nem esperava. Cada palavra dele era exatamente aquelas que sempre quis dizer. Na verdade, que eu até disse, mas não com tanta propriedade. A perguta mais cruel é: será que sou ou posso vir a ser a projeção da minha projeção?

A madrugada gelada tenta, mas não cosegue tocar a minha alma tão incediada como nunca estivera desde que deixei essas paixões na adolescência. Estaria eu indo aos céus no platonico daquele amor? Como eu poderia ser a projeção dele?

Talvez tudo seja efêmero. Mas e se não for? A verdade é que eu não quero que seja! Quero viver a emoção. Nem que seja um NÃO. Quero ousar, quero ser vista, quero arriscar, quero cruzar o olhar, quero provar se ele é o meu alguém… quero,quero,quero! É que por muito tempo guardei o amor. Agora anseio expressá-lo!

“Guardei sem ter porque, nem por razão, ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar. Achei vendo em você e explicação nenhuma isso requer” … Meu coração bateu forte e ardeu!

Eu só queria poder olhar para o céu e ver se a noite tinha luar. Estou sem ele.

Um impulso, um monumento

junho 2, 2010

Por Aída Rodrigues, Déborah Siqueira, Juliane Costa, Taís Meireles, Tiago Moreno, Thiago Tomaz e Trícia Oliveira

A contorcionista, obra de Alfredo Ceschiatti

Era 30 de julho de 1960, em uma cidade recém inaugurada que  pulsava culturas, quando se iniciou a construção de uma pirâmide a qual seria o berço cultural da nova capital do Brasil. Estamos falando do Teatro Nacional Claudio Santoro, conhecido como o maior conjunto arquitetônico realizado por Oscar Niemeyer, destinado às artes em Brasília.

 Construído em várias etapas, o prédio só foi entregue por completo no 21º aniversário brasiliense, em 21 de abril de 1981. Grandes nomes participaram da história do espaço. Os jardins foram projetados pelo paisagista pioneiro Burle Marx e os relevos das paredes laterais, compostas por cubos de diferentes tamanhos, foram desenhados pelo artista Athos Bulcão. Além das deles, as mãos de vários profissionais anônimos ajudaram a fazer do Teatro Nacional um ponto turístico, não só por suas programações artísticas, mas por sua beleza.

O atual diretor do Teatro Nacional, Adaulto Silva, trabalha no local há mais de 30 anos. Ele já passou por várias funções, tendo começado como um simples maquinista. “Com tanto tempo que trabalho aqui, tenho o Teatro como a minha casa”, comenta emociado ao relembrar todo o tempo dedicado ao espaço. Como ele, a maioria dos funcionários da casa de cultura está ali há décadas:

Concerto de 30 anos da Orquestra Sinfônica

Internamente, o Teatro Nacional é composto por três salas, a Villa-Lobos, a Martins Pena e a Alberto Nepomuceno, que dividem os grandes espetáculos. Artistas de destaque do exterior e do Brasil, como Pixinguinha e Maria Bethânia, subiram a esses palcos várias vezes e comoveram o público com suas apresentações. Além de outras cinco áreas destinadas a exposições, esculturas fixas enfeitam o local e atraem olhares dos mais curiosos pela arte. 

Desde 1º de setembro de 1989, o tão conhecido teatro se chama Teatro Nacional Cláudio Santoro. O nome faz referência ao maestro que regeu importantes apresentações da Orquestra Sinfônica e ajudou a criá-la. A história do grupo de músicos, inclusive, só aconteceu por conta do teatro. Ouça aqui os depoimentos de seus membros. 

 Atualmente, o Teatro Nacional é subordinado à Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal, responsável pela programação cultural. A Orquestra Sinfônica, que fez 30 anos recentemente, se apresenta todas as terças-feiras, às 20h, com entrada franca. Os ingressos são entregues às vésperas de cada concerto, nas bilheterias do Teatro Nacional. 

Este slideshow necessita de JavaScript.

>> E você? Já passou algum momento interessantes no Teatro Nacional? Mande para a gente o seu depoimento e vamos compartilhar histórias nos comentários.

 

A vida pode ser bem divertida

maio 20, 2010

Do site que acredita que “algo tão simples quanto divertido é a forma mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor”. Como eles apostam, mude você mesmo,  o  ambiente, ou qualquer outra coisa. A única coisa que importa é  mudar para melhor.”

Adorei! Embarco junto na mesma fé. Tentemos!

RSS = Praticidade

maio 18, 2010
Quantas pessoas já não viram o símbolo da imagem acima em suas navegações na internet? E, também, quantas pessoas já não passaram alheias a tal símbolo e não quiseram saber do que se tratava? Pois então, o post de hoje e para ajudar a você  descobrir o mundo de praticidade que é o tal RSS (Really Simple Syndication), representado pelo símbolo acima.

Essa é mais uma ferramenta que nos facilita a vida. Ela permite que você assine e vizualize os sites e blogs que você mais acessa em uma só página! A minha plataforma que permite essas assinaturas é o Google Reader. Escolhi esse leitor de RSS porque, na verdade, já o tinha, só não sabia. Toda pessoa que tem uma conta no gmail pode, automaticamente, fazer uso do Google Reader.
Após a incrível descoberta, passei a ler as atualizações dos sites que gosto em uma só página. No meu google reader acompanho notícias com o Blog do Noblat, dicas para estágio em jornalismo com o Manual dos Focas, blogs de moda, dentre outros.
Um serviço bacana dessa ferramenta é que permite com que eu veja sites e blogs indicados pelas pessoas que sigo. Então serve como dica de mais leituras que provavelmente serão do meu interesse. Então é isso! Se você nunca experimentou o RSS, já passou da hora. Utilize o seu, economize tempo, e seja feliz!

Nós não vamos pagar nada?

abril 11, 2010

Por Sérgio Dávila, de Washington em 1/9/2009

Reproduzido do caderno “Mais!” da Folha de S.Paulo, 30/8/2009

Chris Anderson (na foto acima), editor da revista de tecnologia e novas tendências (em inglês) Wired e um dos pensadores da internet, é o promotor de dois conceitos muito caros a esse meio. O primeiro é a “teoria da cauda longa”, estratégia de negócio segundo a qual a meta é vender poucas unidades de muitos e variados itens, o que substituiria o popular modelo dos best-sellers.
O segundo é o que ele chama de freeconomics ou a economia das coisas de graça, alicerçada no fato de que o custo de armazenamento e transmissão de conteúdo digital baixa cada vez mais. De onde vem o dinheiro? Do conceito freemium, junção das palavras free e premium: a maioria consome de graça (“free”), bancada por uma minoria que paga por uma versão de mais qualidade (“premium”).
Ambos os conceitos foram desenvolvidos em artigos, viraram palestras e livros. O segundo surgiu recentemente em livro nos EUA e chegou neste mês ao Brasil. É Free – O Futuro dos Preços (Free – The Future of a Radical Price, no original). Nele, e na entrevista que deu à Folha por telefone, Anderson defende que, sim, diferentemente do que popularizou o economista Milton Friedman (1912-2006), existe almoço de graça – desde que a sobremesa seja bem paga por alguém.
Nos EUA, a versão eletrônica do livro ficou disponível gratuitamente por alguns dias. Agora é vendida por US$ 26,99 [R$ 50], em papel, e US$ 9,99, versão eletrônica – o audiobook em inglês continua de graça e pode ser baixado do site do autor.
No Brasil, só papel e só a dinheiro: R$ 59,90 por 88 páginas. A editora Elsevier já vendeu a primeira tiragem, de 10 mil cópias, prepara a segunda e colocou os três primeiros capítulos de graça aqui.

__________________________________

Se a informação quer ser livre/de graça, por que tenho de pagar R$ 59,90 para ler seu livro?

Chris Anderson – Não tem. Poderia ir ao site e baixar o audiobook gratuitamente.

Sim, mas quem quer ler em português, caso da maioria dos leitores brasileiros, tem de desembolsar.

C.A. – Cada região tem um editor diferente, cada um tem um enfoque diferente para isso, uma estratégia própria. Nos EUA, era de graça. No Reino Unido, na Bélgica. A única parte que eu controlo é o audiobook. Eu encorajei todos os editores a dar o livro, alguns aceitaram, outros não.

Por que um editor pagaria milhares de dólares pelos direitos de seu livro, outro tanto para traduzir, mais ainda para imprimir e distribuir e finalmente daria de graça aos leitores brasileiros? Faz sentido economicamente?
C.A. – O livro trata disso extensivamente, mas sim, eu acredito que, se feita corretamente, essa ação vai levar a mais vendas do livro, não a menos. Você não precisa dar a versão física, pode dar a digital. E, se você acredita que a versão física é a premium, que as pessoas ainda preferem ler em papel por todas as razões óbvias, para manter, fazer anotações, ler na praia, então não precisa temer dar a versão digital de graça, pois será uma forma de marketing, de amostra que vai promover a física.
Em seu livro, o sr. defende que sim, há almoço de graça, no sentido de que há toda uma economia florescendo baseada em dar os produtos, e não vender. Como isso funciona no caso específico da indústria de conteúdo?
C.A. – Em primeiro lugar, não há nada de novo aí. O que está mudando é o conceito, que evoluiu de um truque de mercado para um modelo econômico. Essa mudança é impulsionada pela indústria tecnológica. A ideia de conteúdo livre tem cem anos: rádio é de graça, TV aberta é gratuita. O problema é que agora anúncios não são mais suficientes para sustentar o modelo. Daí o que chamo de freemium, onde você dá a maior parte de seu conteúdo de graça, mas reserva parte dele, geralmente a melhor parte, para os que pagam.
O sr. cita Brasil e China como a nova fronteira da freeconomics e a forte presença de pirataria nos dois países como algo positivo. Como a pirataria pode ser benéfica para uma economia?

C.A. – Pirataria é uma palavra mal compreendida. Nem todo o conteúdo distribuído dessa maneira é pirata. Alguns são, outros são “pirateados”, entre aspas, por vontade dos autores, que valorizam a distribuição gratuita. Um dos exemplos que dou é o tecnobrega brasileiro. Não é pirataria, porque os autores autorizam os camelôs a reproduzir e vender os CDs sem lhes pagar nada.
Meu ponto é: conteúdo digital pode ser copiado e distribuído a um custo cada vez mais próximo de zero e, de uma maneira ou de outra, vai ser distribuído. Usar os mesmos canais de distribuição dos piratas será uma decisão de cada artista. Mas o fato é que essas são as forças motoras da atual economia, são intrínsecas à internet e à era digital e impossíveis de serem contidas. A pirataria não é boa para a economia, mas a distribuição gratuita sim, e os piratas são os primeiros a usá-la.

O sr. diz ter problemas com as palavras “mídia”, “jornalismo” e “noticiário”. Por quê?
C.A. – Eu sei o que “mídia profissional”, “jornalismo profissional” e “noticiário profissional” significam. Mas como chamar quando isso é produzido por amadores? A maior parte do que eu leio hoje em dia está on-line e não vem desses canais. Está no Facebook, no MySpace, no Twitter, em blogs. Leio sobre amigos, família, hobbies. O que é isso? Eu não acho que a palavra “jornalismo” descreve o que está acontecendo. Acho que precisamos de novas palavras.
Ao mesmo tempo uma breve visita a sua conta no Twitter revela que o sr. segue o New York Times, a revista New Yorker e várias outras contas da chamada mídia tradicional. Além disso, seu trabalho principal vem de editar uma revista de papel, a Wired. Como o sr. concilia isso?
C.A. – Nós vivemos num mundo de hipermídia, onde não temos mais o monopólio sobre a atenção do leitor. Acho que há um papel para a mídia tradicional, mas há também um papel crescente para todo o resto. Nós vivemos em ambos os mundos. Você não vive em ambos os mundos?

Mas o sr. é o evangelista desse novo mundo e edita uma revista do velho mundo. Como concilia os dois?

C.A. – Nós usamos o modelo freemium. O que está na wired.com é de graça, faturamos um pouco com a publicidade online, e isso levanta assinaturas para a revista, que é o nosso premium.

Se o sr. me dá o conteúdo de graça online, por que eu pagarei por ele na revista?
C.A. – Porque não é o mesmo conteúdo, as palavras podem ser as mesmas, mas a revista é mais que palavras, é um pacote visual, com fotos, arte e um conceito de edição. De graça, você não tem o pacote.
_______________________________________
 
Conta dividida
Se a informação quer ser livre, como defende boa parte da blogosfera e o modelo sugerido por Chris Anderson em seu livro parece concordar, os jornalistas que a produzem querem ser pagos. Ou, no dizer de (em inglês) Bill Keller, editor-executivo do New York Times, informação de qualidade custa caro.

“Da última vez em que eu estive em Bagdá, não vi uma sucursal do Huffington Post, do Google ou do Drudge Report, porque nenhum deles está lá”, disse ele em entrevista recente ao Daily Show, do comediante Jon Stewart, citando os agregadores de notícias mais populares dos EUA – com exceção do Post, nenhum tem equipe própria de jornalismo.

O Times mantém um escritório de uma dezena de jornalistas no Iraque, uma operação de custo anual estimado entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões. “Não estão lá porque é caro, porque é perigoso”, continuou Keller. “É muito mais fácil ficar em casa e pegar carona no trabalho feito pelos outros.”

Lideradas pelo New York Times e pela News Corporation, de Rupert Murdoch, que publica o Wall Street Journal, entre outros, as principais empresas jornalísticas dos EUA estão prestes a acabar com a “carona” – ou pelo menos a coibir, rachando a conta.

Desde o fim do semestre passado, representantes desses e de outros títulos, como o Washington Post e o USA Today, vêm se reunindo em busca de um modelo de negócios para seu conteúdo online que substitua o adotado pela maioria no começo dos anos 90, que se provaria insustentável.

Naquele momento, quando a internet começava a se popularizar, e diferentemente de no Brasil, as grandes empresas decidiram liberar suas versões online, cobrando apenas pelo produto impresso. Na maior parte dos casos, tudo o que está no papel pode ser encontrado de graça no site. Esperava-se que a publicidade migrasse de meios, o que não aconteceu.

Uma das exceções a esse modelo inicial foi o Wall Street Journal. O diário nunca abriu o site e tem hoje uma base de assinantes online de pouco mais de um milhão de pessoas, que pagam US$ 103,48 por ano (R$ 196,61). Fala-se que o New York Times poderia começar a cobrar US$ 5 (R$ 9,50) por mês pelo acesso de seu site, hoje totalmente aberto e gratuito, ou pelo menos pelo acesso a partes de seu site, que seriam fechadas –o tal modelo freemium que Anderson defende.
Por ser o mais prestigioso, de interesse geral e nacional, o Times funcionaria como o pioneiro que causaria um efeito dominó a ser seguido pelo resto da indústria local. Outro movimento aguardado é o de Murdoch, que vem dando sinais de que pode implantar o modelo do (em inglês) wsj.com em todos os outros jornais de seu grupo.

A ideia não desagrada Chris Anderson. “Dependendo do que me oferecessem, eu pagaria US$ 5 por mês para ter acesso on-line ao New York Times”, disse. “Mas não acho que eles vão fechar tudo.” (Blog de Sérgio Dávila).

Fonte: Observatório da Imprensa

Jornalismo e Era Digital?

março 24, 2010

Sim! Jornalismo e era digital. É mais um casamento desse mundo. Nos últimos tempos nos acostumamos a ver notícia na internet. O ambiente online é ótimo porque permite aos comunicadores do jornalismo serem um agente multimídia. É texto, imagem, video, áudio, comentários…enfim, tudo o que contribua para que a informação seja completa. Mas nem tudo é perfeito. Certo?!
Nessa discussão, de como é o jornalismo na era digital, temos sempre o clichê teórico de que seu lado ruim é falta de apuração da notícia. A velha pressão do furo jornalístico deixa passar muita irresponsabilidade quando algo é publicado sem a devida apuração. Mas é como diz o jargão: “Tudo tem seu lado bom e ruim”. Resta a nós, receptores das informações, sempre checarmos os vários veículos para ver se eles estão de acordo em relação aos fatos. Isso não exclui a possibilidade de todos estarem errados, mas enquanto a isso, acostuma-se a viver. Talvez possa não matar ninguém, ou, como a mídia já bem fez, possa “matar” muita gente.

Brasilienses comemoram!

fevereiro 12, 2010

Sim! Por mais inacreditável que pareceu aos brasilienses, o governador José Roberto Arruda não só foi preso como teve seu pedido de habeas corpus negado pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello (palmas para ele). Arruda vai pular carnaval na prisão! Isso é muito, mas muito bom e satisfatório. É um grande motivo para os brasilienses pularem carnaval mais animados do que nunca. Aliás, “nunca antes na história deste país”, um governador havia sido preso por suas falcatruas.

Hoje, quando eu caminhava ao STF sentindo uma aflição para saber qual seria o destino de Arruda, uma senhora me parou e disse: “Olha, agora é certo! Arruda vai continuar preso! Toma aqui…”. Ela me entregou um panfleto que continha a programação do carnaval brasiliense. Nele estava uma caricatura do governador licenciado que dizia “Quem não pula é Arrudista!!!”. Eu, não posso negar, comemorei bastante a decisão do Ministro Marco Aurélio Mello.

Após tanto o cruzar dos dedos, podia-se ouvir os gritos e palmas dos manifestantes que estavam em frente ao STF. Ufa! Foi um alívio. Creio que Brasília explodiu de alegria. É tanta felicidade que até agora, enquanto relembro e escrevo, o coração salta, o riso surge muito espontâneamente. Vale até uma ‘carinha’ aqui =D. Quem dirá duas, ou infinitas! =D =D

Enfim, Brasília comemora! E o povo grita: ARRUDA NA PAPUDA! Para quem se interessa em fazer parte do movimento Fora Arruda e Toda Máfia, que tomou as ruas e a Câmara Legislativa do DF, desde a divulgada Operação Caixa de Pandora, ficam as informações abaixo.

Encontrão de estudantes 25 de fevereiro – 15h Conic – Venâncio V – SindMetro.

Para acessar: foraarrudaetodamafia.wordpress.com e twitter.com/forarrudaemafia

Brasília, Eu Te Amo!

fevereiro 5, 2010
Bom, após tanto tempo se aparecer, cá estou eu. Tirar a poeira do blog é bom né?!
Queridos e queridas!
Venho anunciar um outro blog no qual também faço postagens. É mais um espaço em conjunto com minha amiga Juliane Costa.

Apresento-lhes o Brasilia, Eu Te Amo!


Nele você encontrará o cotidiano brasiliense. São fotos, poesias, paráfrases, emoção, críticas, realidade, surrealidade, entreoutras coisas! Lembrando que são verdadeiras fãs da cidade que escrevem nele! Mas isso não quer dizer que tapamos os olhos para os males. Quando tiver algo de não tão belo em relação à Brasília, também será postado.

Todavia, que fique claro o intuito de mostrar, preferivelmente, o lado romântico. Até porque, pessoas que mostram o lado feio é o que não falta.

Portanto, está divulgado! Visitem, comentem, e deem quantas dicas quiserem.

Por fim, saúdo-lhes com o CÉU de Brasília, Eu Te Amo!


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.